Este post vai ser publicado apesar do blog ainda não estar propriamente recuperado da "ressaca". Porque preciso de dar alguma espécie de justificação para o facto de andar a esconder os textos que diziam respeito àquele assunto. Talvez soe a cobardia. Não. Já não há motivos para ser cobarde. Aprendi apenas que os sentimentos humanos são demasiado complexos para os esquecermos assim à vista de todos - especialmente quando expomos apenas parte deles. Porque podem magoar. Assim, apesar de estas coisas já terem sido lidas várias vezes por várias pessoas, vou escondê-las para que não possam ser lidas novamente. Arrisco-me a que o blog, assim esvaziado de lágrimas, se torne completamente fútil, mas não há volta a dar.
Na vida real não há gente boa nem gente má. Existe apenas um monte de pessoas perdidas em sentimentos que, no fundo, são sempre os mesmos. Entre amor e ódio, raiva e compaixão, felicidade e angústia, orgulho e frustração, todos sentimos da mesma maneira. Mas olhamos sempre para dentro e esquecemo-nos de nos tentar compreender uns aos outros. Por isso, qual é essa necessidade de partilhar o que nos vai na alma, quando isso que está lá bem no interior é comum a quase todos os seres humanos?
Prometo apenas - regressando a mim - que, por cima disto tudo, tentarei encontrar alguma paz de alma. Sobre a impossibilidade de ser feliz perante um mundo emerso no absurdo e no horror para o qual eu também vou contribuindo, prometo procurar um caminho que conduza, enfim, a essa paz!
Na vida real não há gente boa nem gente má. Existe apenas um monte de pessoas perdidas em sentimentos que, no fundo, são sempre os mesmos. Entre amor e ódio, raiva e compaixão, felicidade e angústia, orgulho e frustração, todos sentimos da mesma maneira. Mas olhamos sempre para dentro e esquecemo-nos de nos tentar compreender uns aos outros. Por isso, qual é essa necessidade de partilhar o que nos vai na alma, quando isso que está lá bem no interior é comum a quase todos os seres humanos?
Prometo apenas - regressando a mim - que, por cima disto tudo, tentarei encontrar alguma paz de alma. Sobre a impossibilidade de ser feliz perante um mundo emerso no absurdo e no horror para o qual eu também vou contribuindo, prometo procurar um caminho que conduza, enfim, a essa paz!


Sem comentários:
Enviar um comentário