À minha volta, o mundo transforma-se. Passam palavras, pessoas, momentos, e eu deixo-me levar por eles. Mas não me apercebo. Quando acordo, está tudo diferente. E sinto-me perdida. Estou sentada num banco, num lugar desconhecido, no meio de uma tempestade. Vêem-me as lágrimas aos olhos e nem sei bem porquê. Não compreendo.
E lembro-me de dias mais felizes, em que tudo era certo e inevitável, em que parecia que os meus planos se concretizavam assim, quase sem esforço. Na verdade, caiu tudo por terra porque eu parei de me esforçar. Acomodei-me à suposta "sorte" e pensei que não era preciso lutar mais, porque as coisas viriam ter comigo sozinhas. O que aconteceu, mas só durante algum tempo. Pois esse tempo de tolerância acabou.
E enganei-me! Profundamente. A chuva adensa-se em meu redor e não vai parar tão cedo. Não posso esconder-me, porque não sei para onde ir.
Mas esta crise estúpida vai passar. É só mais uma em muitas. Enfim.
E lembro-me de dias mais felizes, em que tudo era certo e inevitável, em que parecia que os meus planos se concretizavam assim, quase sem esforço. Na verdade, caiu tudo por terra porque eu parei de me esforçar. Acomodei-me à suposta "sorte" e pensei que não era preciso lutar mais, porque as coisas viriam ter comigo sozinhas. O que aconteceu, mas só durante algum tempo. Pois esse tempo de tolerância acabou.
E enganei-me! Profundamente. A chuva adensa-se em meu redor e não vai parar tão cedo. Não posso esconder-me, porque não sei para onde ir.
Mas esta crise estúpida vai passar. É só mais uma em muitas. Enfim.


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